1ª Edição: 18 a 22 de Novembro de 2015 Patrono/Organização: Junta de Freguesia de Fátima
Sobre o líquen dos seixos Patrício do rumorejo das alfarrobeiras Um rio avança a solidão do nome. Por…
Como foi bom tê-lo, de novo , aqui comigo, Como foi bom ouvir, de novo, a sua voz. Como me…
Excerto do prefácio «[…] coração é que não falta nesta prosa escorreita por onde Soledade Martinho Costa nos…
Esperei todos esses dias Por uma palavra sua: Nada! Nem esçrita, nem falada! Silêncio total, Espera fatal. Conclusão…
Da leveza das pernas, oh, o vértice; oh, a boca do corpo, se a vertigem alucina o desejo…
I Se Fernando Pessoa (1888-1935) foi a figura de proa da poesia portuguesa na primeira metade do século XX, na…
I Maior divulgador da literatura de expressão portuguesa na Itália, o professor Brunello Natale De Cusatis, titular da cadeira de…
Rumorosas asas, as mãos, na palidez do rosto. O meu rosto em frente à pedra, na lembrança viva…
Faleceu o maior poeta da segunda metade do século vinte português. Silêncio pois, morreu um Poeta. (Amélia Vieira, poeta). (mais…)
sou agora toda em ti, Poesia e se tanto fica por dizer é porque me é pouca a…
Era forçoso dar prova da minha competência, antes de me oferecerem a carne fresca e o sangue latejante…
I Foram apenas três números – o terceiro chegou a ser impresso, embora não tenha sido distribuído…
A periferia de Salvador invade a Suíça, pela porta da frente. Os coletivos Sarau da Onça e Grupo…
Se eu perder a inspiração cobre-me de novo com os teus olhos alados de flores para que cresçam…
Sem dizer ao que vinha, foi-se embora em busca doutra face, doutro ombro; ao menos que partisse em…
Rodou nos gonzos O ranger antigo A sentir na mão a faca apetecida Com que rasgou o oiro…
Você já chega partindo, Cada vinda é um adeus. Lidar com a vinda é fácil, Driblar a ida, meu Deus!…
A 21 de março de 2014, a Assírio & Alvim anunciava o regresso do Anuário de Poesia de autores não…
Chegam hoje às livrarias nacionais as novas edições de Rosto Precário e de Matéria Solar, dois magníficos livros de Eugénio de…
Triste quando em vão te vi Quando a sorte me sorri Quando procuro lembrar Quando me vejo chorar.…